TRABALHA CONOSCO

A COOPEL

EM

MARÇO 2021

5.365.032L Total de leite recebido Em janeiro de 2021
191.609L Media diaria Do leite fornecido
212 Associados Fornecedores
2 Novos Associados

Coopel informa

REALIZANDO UM SONHO

15 de Março 2021

          A colaboradora Letícia Menezes de Lacerda, 22 anos, desde criança nutria o sonho de trabalhar na Coopel. Natural de Silva Campos, a colaboradora da Insumos II costumava acompanhar os avós em viagens à Pompéu e frequentava o supermercado e o posto de gasolina da Cooperativa. “Sempre tive vontade de trabalhar aqui na Coopel. Fui contratada em outros lugares, mas, sempre almejando trabalhar aqui”, frisa. E continua: “Quem me conhece sabe que eu sempre falava: ‘Eu vou trabalhar na Coopel ‘. E faz dois anos que estou aqui”, comemora.
            Prestes a se formar como administradora de empresas, a colaboradora esclarece que a Coopel é uma empresa que alimenta suas ambições com incentivos aos estudos. “Eu tenho um plano de carreira aqui e a Coopel presta um suporte financeiro e moral. Não adianta ter o incentivo financeiro se o colaborador não se sente motivado. Os líderes e diretores sempre nos incentivam a estudar, a produzir e a participar de cursos e treinamentos... Tudo isso é importante pra o plano de carreira na empresa”, coloca a funcionária que pretende fazer um MBA em gestão de produção com o convênio acadêmico ofertado pela Cooperativa. “É uma área que estou trabalhando aqui e gostando muito”.
           A profissional crê que a Coopel visa o melhor custo benefício para os associados e uma boa qualidade de vida para os funcionários. “É diferente das outras empresas! Por isso que é bom estar aqui e sentir a Coopel e o cooperativismo. Se a Coopel está investindo no nosso crescimento, ela cresce junto conosco”, conclui.
          Letícia desempenha funções ligadas à área de logística. “Faço a coordenação de cargas, entregas (ao lado do colaborador Felipe), produção e também a parte de pós-venda em Letícia Menezes de Lacerda, 22 anos parceria com a colaboradora Paula”, esclarece. “Minha função é importante para que tudo chegue certo ao produtor. Faço o acompanhamento desde a hora que o pedido chega à Insu os II até a entrega para o produtor.”, explica.
          Dois anos de Coopel já lhe renderam muitos aprendizados.. “Amadureci muito. Foram dois anos muito produtivos
para almejar e aprender coisas novas para a vida na empresa e fora dela”. E ela não esconde o orgulho de fazer parte da família Coopel. “A Cooperativa é referência. Todo mundo tem vontade de trabalhar aqui e eles não estão errados! A Cooperativa nos dá suporte e uma qualidade de vida muito boa! Temos muitos benefícios aqui. Todo mundo que chega de fora recebe como referência a Coopel”, afirma.
       Muito comunicativa, Letícia aproveita os momentos de folga com atividades diversas. “Nas horas vagas vou à fazenda visitar minha família e gosto de uma cervejinha! Malho, estudo, cuido dos meus cachorros e, como moro sozinha, também cuido das atividades domésticas”, enumera

“A Coopel é meu suporte. Saio de casa super animada para fazer o meu melhor e tenho sempre os meus colegas de trabalho para me auxiliar nos dias bons e ruins. Nos ajudamos, brincamos e conversamos sério... Somos um time!”.

Avante, Letícia e avante Coopel!
A união faz a força, a força faz a Coopel e a Coopel faz o corporativismo!

SIMPLICIDADE E SUOR

15 de Março 2021

          O fazendeiro Éder de Campos, 33 anos, é o proprietário e o faz tudo da propriedade, junto da companheira, Dardane, na Fazenda Mojolin, em Pompéu. E, como somente os dois trabalham para manter a propriedade, a rotina é muito pesada. “Minha rotina é levantar cedo, tirar o leite e depois vamos fazendo os outros serviços da fazenda no decorrer do dia, que é a parte administrativa”, explica o produtor. O motivo para fazerem todo o serviço sozinhos é que,
segundo Éder, está cada vez mais difícil contratar mão-de-obra qualificada e que tenha responsabilidade com o trabalho.
             A propriedade possui 22 hectares e atualmente produção de leite atinge a marca de mil litros por dia com 48 vacas em lactação. “De mamando a caducando” a propriedade reúne 120 cabeças de gado. Vacas e novilhas são cerca de 100 animais. “A propriedade depende muito da assistência da Coopel com o serviço técnico de agrônomo com o Geraldo e o Leandro e a ração dos animais. Meu movimento é todo na Coopel, até compras para a casa eu faço lá” explica o produtor.
          Éder leva uma vida complemente enraizada e simples no meio rural, pois segundo ele não possui muita afinidade com áreas urbanas e o movimento da cidade, “Eu só vou em Pompéu na correria, apenas uma vez por mês para resolver as coisas da fazenda”, comenta.
             Éder é cooperado há menos de três anos e recomenda que outros produtores façam o mesmo. “Compensa toda hora! Se o fazendeiro não for cooperado não tem como você pagar pelos produtos. Eu fiz contrato com a Cooperativa e isso facilita o planejamento, e foi assim que eu fiz dinheiro. Eu afirmo que não tem ração melhor que em Pompéu que as vendidas na Cooperetiva” expressa. O fazendeiro pontua que a orientação pelos técnicos guia os fazendeiros na distribuição de insumos pelas propriedades. “Melhorou demais! Os meninos da Cooperativa são tudo bom de mexida”, comenta.
               O produtor pensa em fazer melhorias na propriedade, mas, é prudente em relação às oscilações do mercado e a situação atual do país. “Penso em fazer, mas o momento não é bom, pois, os preços variam demais para o produtor”, explica.
                A relação da família de Éder com a Coopel já dura muitos anos. O pai do fazendeiro, Antônio Osvaldo de Campos, é cooperado há cerca de uma década e também recomenda que os produtores sejam associados da cooperativa. Entre as atividades prestadas, Éder não esconde a satisfação com a assistência técnica. “Gosto muito dos técnicos. Os meninos são uma grande ajuda para a gente que não tem muito estudo. Não tenho do que reclamar! A Coopel está de parabéns”, elogia o fazendeiro. Éder é pai de um filho, o Robson.
 

RÁPIDA ASCENSÃO

15 de Fevereiro 2021

          O analista Mário Igor de Campos, 22 anos, é um dos membros mais jovens da equipe Coopel. O colaborador chegou à Cooperativa em junho do ano passado como estagiário. “Em
agosto fui contratado no setor”, frisa.
            A rotina do setor é um pouco diferenciada para atender todas as unidades da Coopel, principalmente as que têm expediente para além do horário comercial. “Fazemos um rodízio entre os funcionários para que o suporte seja garantido para todos os setores”, explica o colaborador. “Acho que o sonho de todo jovem é sair da faculdade e conseguir um emprego na sua área. Eu me formei no final de 2020 e já estou empregado. Somente a Coopel me daria essa oportunidade aqui no município”, reconhece o recém-formado analista, que foi estudante da UNA Bom Despacho.
               Mário se considera um privilegiado por ter terminado a graduação e conseguir um emprego imediatamente na área Mário Igor de Campos, 22 anos em que sempre sonhou sem precisar se mudar para uma cidade maior e ficar longe da família e amigos. “Se não fosse a Coopel provavelmente eu estaria em outra cidade para conseguir emprego na minha área. Infelizmente Pompéu é um pouco pequena e com baixa empregabilidade”, lamenta.
              Outro ponto positivo que Mário destaca é a agenda de treinamento que a Coopel promove para as equipes. No caso da equipe de TI essa ação é indispensável para a conectividade e fluxo de dados entre todos os setores da Cooperativa. Mário explica que a plataforma usada na empresa é o Totvs considerado um dos melhores softwares do país. “É um sistema robusto cuja vantagem é a integração de todos os setores e fornece os dados em tempo real. Um sistema unificado que dá mais segurança e agilidade para os processos”, explica.
                Tímido e de poucas palavras, Mário usa o tempo livre para trabalhar de forma independente, curtir a família e os amigos. Seus planos para o futuro são ocupar cargos de maior responsabilidade e liderança e especializar-se com uma pós-graduação. Em pouco tempo na Coopel ele já realizou o sonho de um carro novo e alimenta outros planos que preferiu não revelar. “Nasci e cresci em Pompéu, vi o crescimento da Coopel. Hoje percebo que a cooperativa não emprega pessoas apenas. A Coopel investe em sonhos!”
 

TRADIÇÃO SEM FIM

15 de Fevereiro 2021

          A proprietária da Fazenda Mucambinho, Márcia Menezes Machado, 56 anos, dá continuidade à uma tradição familiar com a administração da propriedade. Ao lado do irmão, Ricardo, ela cuida da produção de 1700 litros de leite diários (em  média) e cuida da saúde financeira do negócio.
         Como em toda fazenda, a rotina começa muito cedo. Márcia não mora na propriedade, mas, está lá sempre nas primeiras horas do dia para a ordenha. “Depois cuido das coisas de casa e, de tarde, retomo as atividades de cuidados dos animais e mais uma etapa de ordenha”, enumera.
           A fazenda de 84 hectares é uma lembrança deixada pelo pai de Márcia, Rui Serra Machado (in memorian), que foi associado da Coopel durante muitos anos. “Meu avô, foi um dos fundadores da Coopel e só usava insumos da Cooperativa”, acrescenta a fazendeira. Hoje o território abriga 400 cabeças de gado, desse total, 120 estão em lactação. Para dar conta de todo o trabalho, Márcia e Ricardo contam com a ajuda de mais três funcionários.
         Os serviços utilizados com o apoio da Coopel são de ordem técnica: “Temos assistência veterinária e com o agrônomo. “Um dos colaboradores da Coopel que mais nos ajudou foi o Leandro. Com ele começamos a fazer os piquetes, a correção do solo, colocar brincos e identificar as vacas. O veterinário Bruno nos dá assistência e, quando precisamos, o veterinário de plantão. Um dos que mais nos ajudou foi o Leandro. Com ele começamos a fazer os piquetes, correção do solo, colocar brinco, identificar as vacas. Com ele veio o veterinário, o apoio na área de reprodução e a Adriana na dieta”.
            Um dos benefícios notados foi a melhoria na produção. “A produção melhorou. A dieta deve ser feita com um profissional para melhorar o rendimento. Estamos fazendo sete quilos de ração 20% no cochinho mais um quilo de poupa cítrica para ajudar na pastagem”, explica. Parte dos insumos usados na fazenda é adquirida na Coopel. “Recomendo principalmente a parte técnica da Cooperativa. Somos muito bem acolhidos”, reconhece a fazendeira.
         Além do suporte já tradicional, a fazenda de Márcia também participou de uma parceria da Coopel coma Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “A gente participou de um convênio da Cooperativa com a UFMG que fazia a análise dos animais. Aí detectamos as vacas que tinham mastite subclínica e na época a gente descartou essas vacas. A partir daí a qualidade melhorou muito. A gente achava que só a higiene era o suficiente para a qualidade de leite e não era verdade! Nós também passamos a pesar o leite”, admite. Para o futuro Márcia deseja melhorar a genética dos animais. Divorciada, Márcia é mãe de três filhos: Tatiane, Diego e Natália.


 

Muita Alegria e Profissionalismo

15 de Janeiro 2021

       Josiane de Souza da Silva define os 15 anos de dedicação à Coopel como uma “vida inteira”! A analista do laboratório chegou à Cooperativa em 2005 e iniciou suas atividades como assistente nesse mesmo setor e há quatro anos subiu
de cargo. “Durante todo esse tempo percebi muitas mudanças para a melhor tanto na minha carreira quanto na Cooperativa”, declara. “Com a estabilidade do meu emprego comprei minha casa, estudei e vou continuar estudando porque conhecimento nunca é demais!”.
          Antes de chegar à empresa, Josi trabalhou na Agropeu por três anos. A chegada na Coopel foi uma guinada na vida profissional. “Pompéu é uma cidade pequena e as empresas daqui dão poucas oportunidades. Aqui na Coopel eu tenho muitas oportunidades de ser muito mais no futuro”, analisa.
          Sua rotina de trabalho é mais solitária, no entanto, a profissional considera os colegas como uma segunda família. “Uma das melhores coisas é o convívio com os Josiane de Souza da Silva, colaborado da Coopel há 15 anos
colegas de trabalho. Fico mais sozinha no laboratório, mas, quando os vejo, me sinto em família. É outra família que fazemos”. As suas atividades fundamentais no dia a dia são a análise desolo e de água. “A análise do solo orienta o produtor a escolher o melhor adubo para corrigir deficiências e não comprometer o plantio. Já a análise da água é para saber a sua qualidade para o consumo humano. Além disso, a CCPR tem um rígido controle e exige a análise da água
para manter a alta qualidade do leite”, explica a profissional.
              Do ponto de vista das oportunidades, Josi relata que a Coopel tem profunda crença no crescimento por meio da educação. “Os gestores incentivam bastante e posso dar o meu exemplo: O Tiago conversou muito comigo para fazer o curso técnico de química e hoje estou matriculada no curso”.
               Nascida em Pompéu, Josi é reservada e muito caseira, mas não abre mão de passar momentos de felicidades ao lado de boas companhias junto da família e do noivo, que reside em Silva Campos.
 

Confiança e Sucesso

15 de Janeiro 2021

          A fazenda Vista Alegre, localizada no Distrito de Cana Bra va, em Paraopeba, é a menina dos olhos do produtor Elmo de Oliveira. Com muita dedicação o fazendeiro já contava com o apoio da Coopel para garantir a produtividade,
contudo, grandes resultados foram notados na propriedade a partir do momento em que essa promissora relação foi oficializada há quatro anos. “Já temos contato com a Coopel há mais de 12 anos. Com uma assistência mais detalhada e mais intensa, estou cooperado há cerca de quatro anos. Estamos juntos e obtendo resultados positivos”, avalia o produtor.
          Em 2020 Elmo consumiu produtos do armazém e desfrutou da alta qualidade do corpo técnico da Coopel. “Contei com o auxílio do agrônomo e da nutricionista com um retorno fantástico e uma atenção maravilhosa”, elogia. “A Cooperativa atua voltada para os interesses dos produtores”, acrescenta. Nesse período o fazendeiro aponta melhorias nos processos e na produção de sua propriedade. Um exemplo foi o contrato firmado para o fornecimento de grãos. “Fiz um contrato de grãos na Cooperativa (especialmente da soja) e foi muito vantajoso! Já tive assistência com agrônomo para plantio e resolvemos alguns problemas e estou tendo resultados positivos e é difícil mensurar”, explica.
          Outro serviço que deixou Elmo muito satisfeito foi a nutrição animal. “A nutricionista Adriana foi muito útil e quando ela entrou eu estava numa média mais baixa e usando uma ração sem suporte técnico. Com a chegada da nutricionista na fazenda houve grande melhoria na minha média na seca. Uma média de 23 que chegou a 27 e com o custo muito reduzido”, enumera. Esse suporte ajudou o produtor nas decisões de secagem antecipada, tentativa de melhora de produção e até mesmo a venda de animais. “Uma excelente profissional. Foi fantástico!”, reconhece. “Adriana parece ter experiências em outras áreas porque ela me ajudou até em questionamentos sobre a reprodução”,
disse impressionado.
Uma das principais mudanças nutricionais implantadas coma assistência foi a substituição dos minerais. “Eu usava minerais de uma marca conhecida e tinha medo de mudar com medo de interferir negativamente na produção e com os minerais da Coopel tive um melhor rendimento com um custo mais baixo”, constata Elmo.
          Para o futuro os planos são ousados e bem calculados com a assistência da Coopel. “Estou fazendo uma irrigação de plantio e estamos numa região cada vez mais seca e não dá para contar somente com as chuvas. A minha ideia é para que eu invista em um compost bar. Quero ver primeiro a produção, por isso o interesse em fazer a irrigação para ver qual a capacidade de sustentação que eu teria para o gado comer só silagem o ano todo. Parece que vai ser uma coisa que traz retorno”, lista Elmo.
              O produtor estende os elogios para outros membros da equipe Coopel. “Tive o prazer de conhecer o Flávio, que abriu muitas portas na Cooperativa, e o Dênis que nos assiste na parte de compras. O profissionalismo da Coopel é fantástico”. “A Cooperativa mostra claramente que ela se interessa e intensifica a assistência para que o Cooperado tenha um bom resultado”, reflete. Elmo é casado com Liégia Maciel de Oliveira e tem dois filhos,
Matheus e Camila, além da netinha, Alice. A fazenda possui cerca de 135 animais em lactação que produzem cerca de 20 litros diários da bebida.
 

Sempre Pensando Além

15 de Dezembro 2020

          O vendedor da farmácia Pedro Pablo Fabiano da Silva, 30 anos, começou sua trajetória na Coopel na Insumos II, onde ficou por um ano e meio aproximadamente. E há sete anos ele trabalha na farmácia da Cooperativa. No entanto, independente do setor, o jovem comemora a realização de um sonho. “Todas as pessoas de Pompéu desejam
trabalhar na Cooperativa. Realizei um sonho e tive a oportunidade de mudar de setor dentro da empresa”.


          O pompeano é formado em Processos Gerenciais pela Unopar, parceira da Coopel na educação superior dos colaboradores por meio de convênio. “A Cooperativa sempre nos incentiva a estudar e a minha meta é continuar crescendo junto com a Coopel seguindo o exemplo de vários colegas que estudaram e já conquistaram cargos melhores”, adianta. A formação acadêmica contribuiu positivamente para a rotina de Pedro no trabalho. “Com mais conhecimento recebo e atendo melhor os nossos associados e clientes”, frisa.


          Além da experiência, o espírito de coletividade de Pedro brilhou após uma baixa no estoque do setor onde ele atua. “Desde que o antigo estoquista saiu nós assumimos essa responsabilidade e a força tarefa tem dado muito certo”, reconhece. Além disso, Pedro também faz o serviço de manutenção nos pulverizadores.


          Para ele, é um orgulho fazer parte da Coopel, uma empresa que tem grande prestígio local e que não se furta a cumprir seu papel social para a cidade. É uma empresa grande de Pompéu que nunca deixa de contribuir com a sociedade.


          “Agradeço a Cooperativa por me dar a oportunidade de ter um trabalho e ter podido estudar. É daqui que tiro o sustento da minha família, da minha filha. Agradeço também todos os meus colegas de trabalho peladedicação e pelo companheirismo”, finaliza.

Muita Fé e Força

15 de Dezembro 2020

          O produtor Luciano dos Reis Leal, 41 anos, conta com a ajuda afetiva e efetiva da esposa, Leni Ferreira de Souza Leal e da filha mais velha para cuidar do sítio Nossa Senhora Aparecida, localizado no assentamento, em Pompéu. Uma propriedade pequena, mas muito promissora e com proprietários determinados com muita força e fé.


           Pai de três moças, Jade, Laine e Brenda, Luciano sempre esteve envolvido com a família e com o universo rural. Com todo o esforço e dedicação, comprou a propriedade de 30,6 hectares há 10 anos. “Nós tínhamos apenas três vacas, tirávamos 4 litros por dia. Minha esposa levava uma lata de 30 litros vazia, por que tinha vergonha de entregar apenas dois super litros”, relembra com um sorriso no rosto. O trabalho contínuo e a esperança de dias melhores conduziram a família produtora a ultrapassar o número de 90 cabeças hoje em dia. Recém - associado à Coopel, Luciano suga todo o conhecimento do corpo técnico da Cooperativa para tomar as melhores decisões para aumentar a sua produção de leite. Atualmente a propriedade gera cerca de 380 litros por dia.


          “Desde 2010, quando começamos a mexer com vacas, que nós compramos da Coopel. Eram poucos animais. Agora somos associados e passamos a comprar mais produtos. Compramos adubo, preparamos a terra com a assistência do Geraldo, temos o apoio do veterinário e da Adriana, que é zootecnista. Se não fosse a Cooperativa, a gente não daria conta”, admite Luciano.

 

          Todos os insumos usados na manutenção das atividades no sítio são provenientes da Coopel. Além da paixão pelas vacas de leite, o fazendeiro também cria muitas aves, as quais ajudam a manter a propriedade. Para o futuro a curto prazo, o produtor rural pretende expandir o pasto e parti-lo em piquetes, aumentar o volume de leite e concluir as melhorias no curral, para retirar o excesso de barro que se acumula na porta em períodos de chuva. Um investimento também na qualidade de vida da família, que cuida de tudo sem o auxílio de funcionários ou terceiros.

 

Todos esses planos estão sendo planejados com a assistência técnica da Coopel, que ofereceu um plano que se encaixasse nas condições do produtor. “O que a Coopel faz é bom demais para o produtor! Se não fosse o contrato, não sobraria uma quinzena de leite para a gente”, frisa. “Fizemos o contrato para produtos como soja e ração e tem gerado uma economia de R$ 2 mil para a gente”, revela.

Aliados aos valores Coopel

15 de Novembro 2020

          Em 17 anos de dedicação à Coopel, Leonardo Cordeiro de Oliveira, 39 anos, testemunhou o crescimento da Cooperativa e conheceu profundamente vários setores. “Minha história na Coopel começou no posto de combustível, onde fiquei por sete anos. Também tive a oportunidade uma no supermercado e lá aprendi a trabalhar como operador caixa, repositor de mercadorias e trabalhei na padaria logo após sua inauguração. Após todas essas experiências, retornei para a loja de material de construção”.
          Ao falar da Coopel, Leonardo afirma que a empresa “mudou e continua mudando”. “A Cooperativa tem um propósito muito fundamental que é trabalhar na pluralidade. Isso é muito importante para colaboradores, associados e clientes no dia a dia porque são agentes que fazem parte de uma história de grandes conquistas”.
          Para o colaborador a grande virtude institucional da Coopel é acreditar no potencial das pessoas. “A Coopel dá uma sustentabilidade e uma grande proposta de trabalho e empreendedorismo para os funcionários que trocam ideias e opiniões. Isso é muito importante para que todos cresçam juntos”. Leonardo destaca os convênios firmados pela Coopel para que os colaboradores tenham formação profissional de qualidade em grandes instituições de ensino. “A Coopel disponibiliza bolsas de estudo e constantemente participamos de treinamentos específicos”. “Aqui todos nós aprendemos que temos valor e que nosso trabalho vale a pena”, reforça Leonardo.
          Além disso, outro grande patrimônio da Cooperativa, segundo o colaborador, é a reputação da Cooperativa, o que a faz ser uma grande referência em Pompéu e região. “Espero que nos próximos 17 anos a Cooperativa cresça cada vez mais e nunca desista dos seus objetivos. A Coopel trilha um caminho para ser a melhor empresa que temos na região”, acredita.

          Fora do ambiente de trabalho, Leonardo gosta da companhia da família. Ele é casado com Ivanilda Vilaça e tem dois filhos, Davi Emanuel e Joyce Lisboa. O colaborador gosta muito de música sertaneja e nas horas vagas gosta de treinar suas habilidades no violão. “Gosto de estar ao lado da família e amigos, jogar bola e torcer para o Cruzeiro”, revela.
          Para finalizar, Leonardo faz questão de agradecer à Coopel e às pessoas que estiveram com ele nessa jornada. “Agradeço a todos que me ajudaram até aqui. Coopel, parabéns pelo empenho e trabalho junto aos colaboradores, associados e clientes. Eu testemunho o sucesso dessa empresa todos os dias aqui no galpão”

SUSTENTABILIDADE EM FAMÍLIA

15 de Novembro 2020

          Grande referência na produção de gado de corte, a Fazenda Capão do Lobo é um destaque e um orgulho regional por uma atuação de vanguarda e franco crescimento. Tanto sucesso se deve à força administrativa do empresário Eduardo Ferreira dos Santos, 50 anos. Dono de quatro propriedades que produzem eucalipto, ele ainda administra outras seis áreas alugadas que abrigam gado de corte.
          Eduardo recorda seu início no agronegócio por influência o pai, o comerciante Zé Branco. “Meu pai gostava muito de fazenda. Ele morreu em 1995. Herdei 22 hectares dele, fiquei parado e depois comecei a tirar leite (que não era minha área). Depois fui plantar eucalipto e há quatro anos comecei a confinar o gado. Foi aí que minha atividade no agronegócio cresceu”, relata.
          Eduardo também é dono da rede de supermercados Kibocada e parte da carne comercializada nos estabelecimentos vem de suas propriedades. “Queremos abastecer o supermercado em 2021 com, no mínimo, 60% de produção própria”, revela o empresário. Para alcançar a meta, ele conta com a assistência técnica da Coopel. “Quase todos os serviços são da Cooperativa, principalmente insumos e sais minerais. Temos também a assistência agrícola com o Geraldo Roberto, engenheiro agrônomo, que nos ajuda no plantio, e do César Afonso, zootecnista, que nos ajuda nas dietas. Pessoal novo, muito competente, bons de serviço e com vontade de trabalhar”, exalta. “Temos aprendido muito com a cooperativa. Está sendo gratificante para o nosso comércio”, comemora. “A turma da Cooperativa me atende muito bem. Se não fosse essa parceira, eu não estaria dando conta de dar sequência ao confinamento porque entendo de supermercado. Estou bem assessorado pela Coopel, pelos meus funcionários e amigos”, reconhece.
          Atualmente o empresário confina 750 animais. “No ano que vem queremos produzir 150 animais por área de confinamento e nas águas. O objetivo é reunir 900 cabeças em regime de pasto e outras 900 cabeças em área de confinamento num total de 1800 animais”. César Afonso, zootecnista da Coopel, explica a estratégia para que o produtor alcance seu objetivo. “Vamosfazer o planejamento mais correto e assertivo para ter o maior confinamento da cidade com 1800 bois que vão abastecer toda a rede de supermercado Kibocada”, conta. A rede está em franca expansão e está prestes a abrir mais uma loja em Pompéu, Martinho Campos e Felixlândia e outras lojas para 2021.
          Eduardo conta com suporte do agrônomo da Coopel, Geraldo, que o orienta no plantio. “Vamos reformar 35 hectares de uma propriedade da minha mãe”, conta Eduardo. Além disso, o fazendeiro vai tentar produzir o próprio silo. “Nosso projeto em 2021 é fazer uma cobertura na parte do confinamento para produzir em períodos de chuva, como dezembro, porque o comprador quer uma carne com mais gordura e às vezes não a tem de pasto. E os meses de junho e julho que não tem o gado gordo de confinamento porque o animal de pasto já acabou”. Neste ano Eduardo ainda investiu em maquinário, vagão misturador e carretas que facilitaram o manejo.
          “Eduardo é um grande parceiro da Coopel. Grande empresário e profissional que sabe o que quer e onde quer chegar. Nossa parceria é na assistência técnica, onde fazemos o acompanhamento do manejo, a formulação, o mix e planejamento para os próximos anos. Junto com Geraldo temos desenvolvido o projeto 2021 para deixar o supermercado Kibocada sustentável em carne, sem depender de terceiros”, finaliza César.
          Eduardo é casado com Alessandra e o casal tem dois filhos: Maria Eduarda, filha, 8 anos, e Pedro Henrique, 6 anos.

TALENTO PURO

15 de Outubro 2020

          A aptidão para as vendas e para o marketing é uma característica muito forte da colaboradora Maria Angélica Dias Souza. A pompeana trabalha há cinco anos na Coopel Modas como vendedora. “Gosto muito de lidar com o público”, confirma a jovem. Ao lado das colegas, Maria Angélica compõe uma equipe carismática e eficiente mesmo nos momentos mais difíceis. “Acredito que dei certo na Coopel por eu ser uma pessoa amiga e alegre, que integra uma equipe muito unida”, declara.
          Recentemente seu talento foi colocado à prova durante o período mais rígido de isolamento social imposto à cidade de Pompéu para evitar os efeitos trágicos da pandemia do coronavírus. “Sugeri à nossa gerente, a Ana Paula, que a equipe estivesse presencialmente na loja mesmo com as portas fechadas”, relembra. “Nós fotografamos todas as mercadorias e fizemos bastante divulgação da promoção pelas redes sociais”, acrescenta Maria Angélica. E o resultado foi extremamente positivo. “Fizemos as vendas crescerem em um período de crise”, comemora. “Aproveitamos as vantagens das redes sociais porque hoje o cliente gosta de ter as informações receber oproduto no conforto do lar”, explica.

          Com tanto talento para lidar e conquistar o cliente, a moça pretende fazer uma especialização em marketing nas redes sociais. Mas, primeiro ela vai concluir a faculdade de Administração na Unopar com a política de bolsas de estudo da Coopel (ela tem, no total, 50% de desconto nas mensalidades). “Sempre quis estudar, mas não tinha condições financeiras. Com a ajuda da Cooperativa estou realizando o meu sonho”. Maria Angélica está traçando um caminho para galgar cargos mais altos na empresa, lugar onde se sente em casa e valorizada. “Eu já conhecia a Coopel só de falar e, depois que vim trabalhar aqui, comprovei no dia a dia que a Cooperativa é muito respeitosa com funcionários e clientes”, frisa.
          Nas horas vagas a colaboradora gosta muito de fazer aulas de forró (o momento de lazer está interrompido por conta da crise sanitária), jogar cartas, visitar os amigos e assistir filmes no conforto de casa. Discreta sobre a vida pessoal, ela só revelou que namora o Diego Antônio, de Paraopeba, há um ano e seis meses. Para o futuro os planos são muitos: “Quero me formar, ter uma família, estudar marketing e me especializar em redes sociais”, finaliza.

 

SUSTENTABILIDADE EM FAMÍLIA

15 de Outubro 2020

          Foi com muita simplicidade e simpatia que o produtor Saulo Aparecido de Faria, 47 anos, e sua esposa, Maria Silvana da Costa Faria, recebeu a equipe da Coopel na Fazenda São Sebastião da Morada, em Abaeté. Associado da Coopel há cerca de três anos, Saulo, Maria, e os filhos, Vitória Ayane Costa Faria e Saulo Eduardo de Faria, cuidam com muita disciplina, orgulho e união da propriedade. “Eu trabalhava na fazenda com o meu pai e ele me cedeu uma área. Em 2006 começamos praticamente do zero e entregávamos 25 litros de leite. Tudo aqui foi conquistado aos poucos com muito trabalho e dedicação”, relembra.
          O trabalho com o leite é uma tradição de gerações passadas da família e Saulo faz questão de preparar os filhos para que eles deem continuidade às tarefas e na sucessão da fazenda. “Esses meninos vão assumir o meu lugar”. Hoje a fazenda produz cerca de 600 litros de leite diários e a produção é entregue para a Itambé. “Já chegamos a produzir mais de 900 litros de leite por dia. Para o futuro, almejamos ultrapassar a marca de mil litros dia”, planeja o fazendeiro. Além disso, a fazenda possui uma pequena área para criação de galinha caipira e ovos. A cada 15 dias 40 aves são comercializadas e transportadas para Belo Horizonte. A propriedade ainda tem por volta de 20 hectares destinado a plantação de eucalipto.

          Do ponto de vista técnico, o serviço de irrigação do local já é feita em 4,5 hectares. “Desejo chegar a 6 hectares irrigados”, revela o produtor. Recentemente a propriedade recebeu a instalação de painéis solares para redução do consumo de energia e sustentabilidade da fazenda. Com a ajuda da Coopel, os planos de melhorias são ainda mais ousados. “Em breve teremos a assistência técnica do agrônomo assim que a irrigação ficar pronta e quero, futuramente, ter acesso ao atendimento veterinário para fazer o melhoramento genético do rebanho e tenho muita vontade de fazer investimento em composto para tirar leite”, lista Saulo. “Quero mais inovações”, decreta.
          Os insumos usados na propriedade são adquiridos na Coopel. “Pretendo comprar todo o material para a manutenção da fazenda na Cooperativa”, conta Saulo. “Estou associado desde 2017 porque os preços e a assistência técnica me agradaram muito. Os produtos são bons e já notei melhorias na produção”, reconhece. Dono de um sorriso contagiante, Saulo conta com felicidade sobre a sustentabilidade que a propriedade conseguiu atingir nos últimos anos, depois de uma longa jornada de trabalho. “Nossos alimentos são todos produzidos aqui. Atualmente só compramos o arroz”. Tanta fartura é garantida com muita disciplina todo santo dia. “Moro na fazenda e levanto às 5h20 e temos uma folga no meio do dia, depois vamos até às 18h cumprindo todas as obrigações”. O leite é a base da prosperidade dessa família. “Todas as coisas que temos aqui foram conquistadas com o leite. Comprei carro, gado e fiz a casa, por exemplo”, lista o fazendeiro.
          A curta e consolidada parceria com a Coopel é um motivo de dias cada vez melhores naquele espaço. “Não tenho do que reclamar! Sou um associado novo e, pelo o que já conheço, a turma da Coopel é muito legal”, elogia. “O Tão é uma pessoa muito boa, um amigão, quase um pai. Depois que ele saiu chegou o Bruno, que é um colegão nosso! Eles nos atendem no que a gente precisa”, finaliza Saulo.

 

Lealdade e Simplicidade

15 de Setembro 2020

     Com 35 anos de casa, Francisco Eustáquio Pereira, o Macarrão, 54 anos, é um patrimônio da Coopel. Gentil, comunicativo e muito comprometido com seu trabalho, o colaborador ingressou na Cooperativa com apenas 18 anos, em 1985. “Comecei como limpador de carros, e, como eu gosto muito de ajudar, me chamaram para trabalhar com os frentistas na bomba”, relembra. “Alguns anos mais tarde fui chamado para ser gerente do lava jato e fiquei na função por um ano e meio, mas pedi para voltar para a bomba. É o serviço que mais gosto”, afirma. Mas o colaborador gosta
mesmo é de trabalhar na Coopel. “Trabalho feliz em qualquer função porque a Cooperativa é um lugar ótimo para trabalhar”,revela.
     Filho de uma família simples, Macarrão, acredita que, se não tivesse conseguido uma oportunidade na Coopel, teria
continuado a sustentar a sua família com o trabalho na roça (primeira ocupação profissional ao lado do pai) ou como ajudante de pedreiro. “Estudei até o início do ensino médio. Tive que parar de estudar para ajudar minha família e não me arrependo. Faria tudo novamente”, garante. Além disso, ele reconhece que a Coopel garante todos os direitos dos trabalha- Francisco Eustáquio Pereira, o Macarrão, 54 anos dores “pagando o salário em dia, as férias e incentiva muito o crescimento dos funcionários”, acrescenta.
     “Hoje tenho minha casa e uma vida estabilizada graças à Coopel”, aponta. Macarrão é bastante extrovertido e brincalhão. Contudo, o trabalho sempre está em primeiro lugar. “Gosto de trabalhar com gentileza, seriedade e adaptação àsmudanças”, explica.
     Fora da Coopel Francisco gosta de sair para bares e pizzarias. “Por causa da pandemia estou mais dentro de casa. Faço um churrasco de vez em quando, mas, não sou caseiro”. Macarrão torce para o Cruzeiro, mas já aposentou as chuteiras. “Hoje só assisto os jogos”.
     Um conselho que Francisco deixa para os mais novos é saber atender o cliente com muita atenção e fazê-lo sentir-se especial. “Somos prestadores de serviços e devemos buscar o melhor sempre”, acredita. “Também gostaria que os colegas mais novos ficassem menos atentos ao celular, isso não faz bem para o trabalho”, alerta. E outra prática recorrente do colaborador é a gratidão. “Agradeço a todos os que estiveram e estão comigo aqui na Coopel.
Somos uma família e trabalhar aqui é muito bom”. Francisco é casado com Ivandercy Afonso e o casal não tem filhos.

Laços de Sangue e Terra

15 de Setembro 2020

     Uma família enraizada na força da fazendeira Valdete Isabel Maciel Garcia, 75 anos. A fazenda Pedro Moreira é mais que uma fonte de renda. É um laço emocional em família. O fundador da propriedade, Carlos Garcia de Campos Cordeiro, falecido em 2018, pediu para a esposa que mantivesse o negócio em atividade após sua partida. “Por causa do leite, fonte de renda da família”, explica a viúva. Após a morte do patriarca, o filho Gilbert assumiu as rédeas da produção leiteira ao lado da mãe. Entretanto, poucos meses depois perder o pai, o jovem perdeu a vida em um acidente. Mais uma imensa dificuldade que Valdete precisou superar. “Foram perdas muito próximas. Eu amava meu marido e meu filho era minha grande paixão”, desabafa. “Busquei forças em Deus e em Nossa Senhora para seguir em frente”, acrescenta.
     Com a ajuda dos outros filhos e agora dos netos, Valdete acompanha com olhos atentos a produção diária de 2.500 litros de leite e uma lavoura de aproximadamente 60 hectares (pivô central), a rotina de cuidados com o rebanho, o cotidiano doméstico e a vida familiar. “Quando nos casamos, viemos morar aqui. Na época, meu marido e os irmãos Lucas, Davi e Mateus (os quatro fundaram a propriedade), cuidavam de tudo”,relembra Valdete. Após as traumáticas perdas, a matriarca teve suas energias renovadas na competência dos netos e na dedicação dos funcionários. “O Juninho, meu neto, me ajuda e tenho uma equipe muito boa”, reconhece.
     Juninho é o apelido de José Alípio de Oliveira Campos Júnior, 25 anos. O técnico agrícola dedica o seu conhecimento para cuidar da fazenda junto com a avó. “Saio de casa às 4h50 da manhã e fico o dia todo na propriedade, acompanho tudo. Só vou à cidade quando precisamos fazer alguma atividade relacionada à fazenda”, conta o rapaz que se dedica aos negócios da família desde muito jovem. “Quando eu era criança, vinha para cá todo fim de semana e quando cresci, a fazenda tornou--se o meu trabalho”, relata o técnico agrícola.
     O terreno tem cerca de mil hectares e abriga 150 vacas em lactação. Valdete também tem um rebanho de corte. A fazendeira tem mais uma filha, Geovana Geralda Maciel Garcia, mãe de Leandro e Leonardo, seus outros netos. Os três moram na cidade. Ela ainda conta com a ajuda de Rafael, filho de Gilbert e da viúva do filho. “Minha vida seria muito difícil sem a fazenda porque já perdi meu marido e meu filho e a minha filha mora na cidade com os filhos”.
     A maioria dos insumos utilizados na fazenda são adquiridosna Coopel: adubo, fungicida e semente, por exemplo. “É uma lavoura que exige muita responsabilidade e dedicação. Venho para cá às 9h da manhã e já aconteceu de eu ficar aqui até 1h da manhã”, conta Ronan Amaral, funcionário da fazenda há quatro anos. “Gosto muito da pontualidade da Coopel e os produtos para plantio são muito bons”, elogia o funcionário. Valdete possui contrato de insumos fechado com a cooperativa, o qual garante preço fixo e maior controle em seus planejamentos. Dessa forma, a produtora consegue otimizar seus custos e realizar outros investimentos em sua propriedade. “Temos tudo à disposição na Coopel, os profissionais nos atendem super bem. Sempre recomendo a cooperativa. Estou aqui porque a Coopel
e Sicoob Credipeu acreditaram em mim. Espero que todos da equipe sejam muito felizes”, deseja Valdete. 
     Os administradores da propriedade estão fazendo um investimento numa represa. “Se der certo, vamos colher até trêssafras por ano”, frisa Ronan. Além de plantar soja, Valdete deseja comprar mais cabeças de gado para reprodução.

Doce Determinação

14 de Agosto 2020

Ana Clara Silva Santos é uma das mais jovens e queridas colaboradoras da Coopel. Com apenas 21 anos, a caixa do supermercado está na Cooperativa há apenas oito meses e é reconhecida pela alegria, gentileza e delicadeza com que trata colegas, superiores e os clientes. Antes de chegar à Coopel, Ana trabalhou em outro supermercado da região. Ela deixou o emprego após passar por uma depressão e, após se recuperar, ela resolveu vender doces na rua para ajudar a família. “Eu estava vendendo os doces quando coloquei meu currículo para ser menor aprendiz. O fiz sem esperanças, porque eu já tinha 20 anos. Mas fui selecionada pela Cooperativa e foi uma grande surpresa! Sempre sonhei em trabalhar aqui”, celebra.

 

Sua chegada na Coopel aconteceu em novembro do ano passado. “Trabalhei como menor aprendiz ao lado do Leandro e do Paulo no setor de compras, nos meses de novembro e dezembro. Em janeiro o Thiago me convidou para trabalhar no supermercado. Gostei da proposta e aceitei o desafio”. Para ela, o aumento da responsabilidade foi um desafio perante sua pouca idade e inexperiência, mas, também uma recompensa pela seriedade ao desempenhar suas funções.

 

A colaboradora acredita que a Coopel a fez ter uma nova visão da vida. “A Coopel mudou muito a minha vida! Hoje ajudo mais a minha família e tenho certeza que quero crescer aqui”, revela. A jovem pretende estudar administração de empresas com a política de bolsas da Coopel e alcançar outros cargos dentro da Cooperativa. “Entrei como menor aprendiz e hoje sou operadora de caixa. A Coopel nos dá oportunidade de crescer na empresa e nos incentivam a estudar. Eu tenho muita vontade de fazer administração e ainda não comecei a estudar por causa da pandemia”, explica. “Isso prova que quando a empresa é boa, ela deseja ver o funcionário evoluir.Por isso, acho que a Cooperativa é a melhor empresa da região e o melhor lugar onde já trabalhei”.

 

Ana Clara nasceu em Belo Horizonte e mora em Pompéu desde bebê. “Sou daqui”, decreta. Sua mãe, Maria Marcilene, trabalha como empregada doméstica. E o pai, Togalma Araujo de Souza, conhecido como “Diguerra”, é uma referência para ela. “Minha mãe é uma mulher muito batalhadora e meu pai é um homem muito altruísta. Os dois me ensinaram a batalhar pelos meus sonhos”, reconhece. “Mas meu espelho é minha avó, a Maria da Conceição, meu xodó”, se derrete.

 

Quando esteve depressiva, Ana se afastou das pessoas e saiu de seu antigo emprego. A oportunidade na Coopel lhe deu a motivação necessária para recuperar totalmente a alegria de viver. “Hoje sou mais madura e a Cooperativa me ajudou muito nesse aspecto. Aqui me relaciono muito com as pessoas e tenho o apoio de todos, por isso, não posso deixar de agradecê-los, principalmente a Andreia, o Bruno, o Paulo e o Leandro”, encerra.

Preservando Tradições

14 de Agosto 2020

Uma propriedade sustentada pela paixão pela vida na roça que atravessa gerações. É assim que podemos definir a família Gomes, que administra a Fazenda da Barra, em Martinho Campos. A dedicação e o cuidado com todos os detalhes da produção estão personificadas em Amador Francisco Gomes, 72 anos. Um homem que cultiva os seus  valores na roça e não abre mão da vida no campo. “A roça é muito boa”, atesta. “Vivi a vida inteira na roça. Se eu largar essa roça e ir para a cidade, morro num instante”.

 

Amador nasceu em Bom Despacho e vive em Martinho Campos há 40 anos. Junto com Francisca Maria da Costa Gomes, sua esposa, ele construiu uma família muito unida. São três filhos: Francisco Guilhermino Costa Gomes, Márcio Antônio Costa Gomes e Florcene de Lurdes Costa Gomes. Ele ainda é avô de Francisco e Maria Fernanda.


Um de seus filhos, Márcio Antônio Costa Gomes, 37 anos, contou para nossa reportagem como a Coopel tem ajudado no desenvolvimento da propriedade. “Minha mãe recebeu a fazenda de herança há 22 anos. Naquela época entregávamos 17 litros de leite para a Itambé em Martinho Campos todos os dias”, relembra. “Hoje, com a ajuda da Coopel, produzimos 700 litros por dia”, contabiliza.


Para manter essa marca a equipe da fazenda precisa sair da cama muito cedo. “Acordamos às 5h30 da manhã e tem dia que trabalhamos até às 19h30 na ordenha das vacas”, conta Márcio. A propriedade conta com 65 vacas paridas e tem passado por um processo contínuo de modernização com a ajuda da Coopel. “Faço o trato na charrete com cavalo. Já compramos o trator, mas ainda não temos todos os implementos”, explica o jovem fazendeiro. Há dois anos Márcio é associado. Seu pai está com a Coopel há 11 anos.


A parceria com a Coopel tem rendido boas evoluções na estrutura da fazenda e na qualidade da produção. “Nós parcelamos a compra de insumos e das sementes de plantio, por exemexemplo, é já melhoramos a propriedade, vimos  o aumento de produção.

 

Agora os fazendeiros estão investindo no melhoramento genético. “Comprei três tourinhos e começamos a inseminar. Todos os produtos para melhorar a genética do rebanho são da Coopel”, pontua. Márcio também acredita que a dedicação dos técnicos da Coopel é um grande diferencial. “Sempre somos muito bem atendidos pelos técnicos”, conta. Ele cita a proximidade com o Léo do Joca, engenheiro agrônomo por exemplo.


“A Coopel nos ajuda com o atendimento veterinário e também faço parte da Educampo, com o André, que nos dá assistência todo mês e nos ajuda nos protocolos do que temos de fazer com o gado”.

 

Os principais insumos comprados pelos fazendeiros na Coopel são as rações, milho integral moído, sorgo integral moído, farelo de soja, polpa cítrica, caroço de algodão, suplementação mineral, e outros. “O Geraldo agrônomo nos ajuda nesse planejamento. Plantamos uma lavoura de 9/ ha de milho para produção de silagem, superando nossa expectativa graças a prestação de serviço da Coopel” Divergindo da maioria dos jovens, Márcio faz questão de preservar as tradições da roça. “A juventude costuma ir para a cidade grande. Eu gostaria que eles conhecessem e vivessem a vida no campo, a produção de alimentos”, prega. “Eu como, visto e bebo leite. Não consigo imaginar a
minha vida sem o leite”, declara.

Simplicidade e Trabalho

14 de Fevereiro 2020

A Fazenda Salgado guarda muitas histórias da família do fazendeiro Júlio Sérgio de Vasconcelos, 52 anos. O pai dele, Francisco Maria Vasconcelos, 87 anos, mora na propriedade há 60 anos, desde a época em que se casou. “Vivo aqui há 60 anos, desde o primeiro dia de casamento”, revela.  “A fazenda era um rancho de roça”, relembra. Apesar da idade avançada, a memória afetiva do patriarca continua intacta. “A vida aqui sempre foi muito boa”, garante.


Hoje a fazenda continua sendo administrada pela família. Júlio trabalha no local com a ajuda de mais sete funcionários.
É uma área com 5,2 hectares, 130 vacas em lactação, que rendem uma produção diária de 1.600 litros de leite por dia.
Tão antiga quanto a dedicação da família com a fazenda, é a relação com a Coopel. “Somos cooperados há uns 32 anos”, conta o fazendeiro. E a rotina, como sempre, começa muito cedo. “Acordo, quando preciso ir para a rua, às 4h. Para atuar na fazenda, às 5h. O trabalho termina por volta das 18h”, enumera Júlio.

 

Todo esse esforço é alimentado pelo amor à vida no campo, um legado que ele deseja ser honrado pelas gerações mais novas. “Quero que as pessoas mais novas da minha família deem continuidade ao trabalho”. Júlio é casado com Normélia Pereira de Vasconcelos e é pai de Júlia Márcia Pereira de Vasconcelos.

 

Todos os insumos e o aconselhamento técnico para manutenção e expansão das atividades passam pelo crivo da Coopel. “Gostamos muito de lá! Tanto que nunca tivemos outra cooperativa! Tudo o que precisamos, seja técnico, veterinário e demais setores, somos sempre atendidos na hora”, exalta.

 

Sempre de olho nas melhorias, Júlio faz e executa planos com a ajuda da Coopel. “Desejamos melhorar a produção do leite e também a irrigação. Estamos fazendo uns testes e, se a safra for satisfatória, vamos expandir. Nosso desejo é crescer”, relata. “Agradeço a boa vontade de todos da Coopel, caso do Edilucio e do Leandro, uns meninos ótimos! Que nossa parceria continue”, finaliza o produtor.


PALAVRA DA COOPEL
“Propusemos fazer a área irrigada. Ele já tinha parte do material e compramos o restante que faltava na Coopel. Fizemos todo o trabalho de plantio e hoje temos o resultado de um produtor que é referência para todos os fazendeiros
que pensam em ter uma irrigação de malha visando o crescimento. Um caso de sucesso entre os produtores que a Coopel atende. Fizemos uma aspersão com a Biomatrix 3069 PRO2”, conta o Engenheiro Agrônomo da Coopel, Leandro Sampaio.


O uso estratégico de grãos na silagem vai influenciar positivamente a produção de leite na propriedade. “Teremos um  produto de mais qualidade, resultando na baixa do custo na formulação da dieta”, projeta. A expectativa é ter uma colheita que deve superar as 50 toneladas de grãos por hectare com essa técnica de irrigação. “Optamos por uma adubação mais pesada para bater essa meta. Até o fim do ano acreditamos que vamos fazer uso total da área com a irrigada”.

Doçura e Determinação

9 de Fevereiro 2020

Nascida em Capitão Enéas, Norte de Minas, a Maria de Lourdes Martins Maciel, a Lourdinha, 40, está na equipe da Coopel há um ano e três meses. A colaboradora é muito querida na Insumos II, setor em que atua. “Somos uma família e nos damos muito bem! O clima é leve, brincamos um com o outro, mas somos muito focados em nossas atividades para fazer o melhor para a Cooperativa”, relata.

 

Lourdinha é uma jovem mãe que vive com suas filhas, Roberta, 23 anos, e Maria Clara, 14 anos. “Gosto muito de ficar em casa! Tenho minhas meninas e os afazeres domésticos, e, ao mesmo tempo, amo curtir meu espaço e assistir televisão”. Quando o assunto é a vida afetiva, a colaboradora é sucinta e discreta: “Estou namorando”, revela a profissional que mora em Pompéu há 22 anos.

 


A profissional tem muito orgulho de trabalhar na Coopel. “É uma empresa que está há muitas décadas no mercado, gera muitos empregos na região, incentiva os colaboradores a estudar, nos dá oportunidade pra fazer faculdade e fornece benefícios como o vale refeição. É muito importante pra todos nós”, elogia. “Meu maior objetivo e dar o meu melhor para a Coopel. Promover o crescimento e fortalecimento dessa marca”, completa.

 


A rotina de Lourdinha na fábrica envolvea prestação de atendimento aos produtores via telefone, a emissão de notas fiscais e oferece suporte. Para o futuro, ela almeja o crescimento dentro da Cooperativa. “Estou aqui para oferecer sempre o meu melhor. A Coopel valoriza muito os funcionários e, como todo colaborador, também quero crescer na empresa”, conta. “Uma coisa que acho muito legal é que a Coopel sempre avisa os funcionários quando surgem vagas dentro da empresa”, valoriza.

 

Em sua mensagem final Lourdinha agradece: “Quero sempre honrar a confiança depositada em mim trabalhando de forma digna e correta”.