Uma apaixonada pela vida no campo

Tatiana Lionara Rodrigues de Oliveira, 39 anos.

postado em 25 / 10 / 2019 | atualizado em 25 / 10 / 2019

Tatiana Lionara Rodrigues de Oliveira, 39 anos, é formada em Administração com especialização em Comércio Exterior pelo Centro Universitário Newton Paiva em 2003. Após assumir uma missão dada pela avó, em 2015, ela voltou de vez para Pompéu. “Com a morte do meu avô (em 2004), minha avó fez o convite para que eu viesse para Pompéu tomar conta das fazendas (eram quatro no total). Ela fez a divisão das propriedades para os quatro netos. Essa fazenda, com 360 hectares, ficou para mim. Estou aqui há 14 anos”, relata.


Desde então Tatiana emprega todo seu conhecimento para administrar a Fazenda Lapa, que fica no Município de Pompéu. Responsável pela parte administrativa do negócio, a fazendeira começa as atividades sempre muito cedo. “Sete dias por semana levantamos bem cedo, por volta das 4h30 ou 5h30 e já começamos a trabalhar. Fico na parte administrativa da fazenda: faço compras, a parte financeira e ajudo meu marido (Edson Souza Garcia, 37 anos). Na parte da tarde eu costumo passar pelo curral e pela pista de alimentação conferindo a produção e o rendimento das bezerras. O dia a dia é muito corrido, mas muito prazeroso. Amo o que eu faço!”. Tatiana e Edson são pais de Leonardo Rodrigues Garcia, de 5 anos. Para acompanhar a rotina do filho, Tatiana concentra suas atividades na parte da tarde. “A educação dele exige muito de mim”, confessa. 


A propriedade abriga em torno de 530 cabeças de gado, num rebanho exclusivamente dedicado à produção de leite. São 240 animais lactantes. No composto ficam 160 cabeças e as outras 80 ficam nas pistas de alimentação. São cinco lotes no total. A produção é exuberante: Uma média de 28 litros de leite por cabeça, o que rende cerca de 7 mil litros de leite todos os dias. Para tamanha demanda, a ordenha precisa ser feita em três turnos. “A parte operacional fica sob a responsabilidade do Edson, meu esposo”, conta Tatiana. A maioria dos animais são da raça ¾. Recentemente os administradores começaram a trabalhar com gado holandês. 


De olho em rendimentos para o futuro e a diversificação das atividades, a fazenda tem passado por algumas intervenções. “Temos outro galpão em fase de construção que vai abrigar 70 cabeças, 35 serão para o pré-parto. Todo mês temos um número de 35 cabeças para entrar em trabalho de parto. E temos a previsão de colocar as outras cabeças para as novilhas recém-paridas”, explica Tatiana. No ano passado foi construído o pivô central, com cerca de 25 hectares. Outro pivô já está sendo providenciado e deve ficar pronto em janeiro. Outra meta é a expansão do galpão (que hoje comporta 160 vacas). “Ano que vem o galpão será ampliado para abrigar mais 80 vacas. Daqui a dois anos vamos investir em gado de corte para diversificar a atividade”, adianta.


Tatiana já atuou em escritórios, mas a paixão pela vida no campo foi mais forte. “Eu trabalhava ambiente fechado no ramo de importação e exportação de ardósia e documentação para exportação. Só me vejo aqui”, garante. “Não tem nada melhor do que acordar cedo para fazer o que eu amo: Cuidar das vacas”, encerra. 


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Uma apaixonada pela vida no campo

25 de Outubro 2019

Tatiana Lionara Rodrigues de Oliveira, 39 anos, é formada em Administração com especialização em Comércio Exterior pelo Centro Universitário Newton Paiva em 2003. Após assumir uma missão dada pela avó, em 2015, ela voltou de vez para Pompéu. “Com a morte do meu avô (em 2004), minha avó fez o convite para que eu viesse para Pompéu tomar conta das fazendas (eram quatro no total). Ela fez a divisão das propriedades para os quatro netos. Essa fazenda, com 360 hectares, ficou para mim. Estou aqui há 14 anos”, relata.


Desde então Tatiana emprega todo seu conhecimento para administrar a Fazenda Lapa, que fica no Município de Pompéu. Responsável pela parte administrativa do negócio, a fazendeira começa as atividades sempre muito cedo. “Sete dias por semana levantamos bem cedo, por volta das 4h30 ou 5h30 e já começamos a trabalhar. Fico na parte administrativa da fazenda: faço compras, a parte financeira e ajudo meu marido (Edson Souza Garcia, 37 anos). Na parte da tarde eu costumo passar pelo curral e pela pista de alimentação conferindo a produção e o rendimento das bezerras. O dia a dia é muito corrido, mas muito prazeroso. Amo o que eu faço!”. Tatiana e Edson são pais de Leonardo Rodrigues Garcia, de 5 anos. Para acompanhar a rotina do filho, Tatiana concentra suas atividades na parte da tarde. “A educação dele exige muito de mim”, confessa. 


A propriedade abriga em torno de 530 cabeças de gado, num rebanho exclusivamente dedicado à produção de leite. São 240 animais lactantes. No composto ficam 160 cabeças e as outras 80 ficam nas pistas de alimentação. São cinco lotes no total. A produção é exuberante: Uma média de 28 litros de leite por cabeça, o que rende cerca de 7 mil litros de leite todos os dias. Para tamanha demanda, a ordenha precisa ser feita em três turnos. “A parte operacional fica sob a responsabilidade do Edson, meu esposo”, conta Tatiana. A maioria dos animais são da raça ¾. Recentemente os administradores começaram a trabalhar com gado holandês. 


De olho em rendimentos para o futuro e a diversificação das atividades, a fazenda tem passado por algumas intervenções. “Temos outro galpão em fase de construção que vai abrigar 70 cabeças, 35 serão para o pré-parto. Todo mês temos um número de 35 cabeças para entrar em trabalho de parto. E temos a previsão de colocar as outras cabeças para as novilhas recém-paridas”, explica Tatiana. No ano passado foi construído o pivô central, com cerca de 25 hectares. Outro pivô já está sendo providenciado e deve ficar pronto em janeiro. Outra meta é a expansão do galpão (que hoje comporta 160 vacas). “Ano que vem o galpão será ampliado para abrigar mais 80 vacas. Daqui a dois anos vamos investir em gado de corte para diversificar a atividade”, adianta.


Tatiana já atuou em escritórios, mas a paixão pela vida no campo foi mais forte. “Eu trabalhava ambiente fechado no ramo de importação e exportação de ardósia e documentação para exportação. Só me vejo aqui”, garante. “Não tem nada melhor do que acordar cedo para fazer o que eu amo: Cuidar das vacas”, encerra. 

Um empresário perspicaz

24 de Outubro 2019

O proprietário da fazenda Espelho D’água de 900 hectares, situada no Distrito de Silva Campos, região do Diamante, em Pompéu, João Bonafé, 60 anos, é um produtor que não tem medo de inovar. A propriedade conta com cerca de mil cabeças de gado. São 800 cabeças de boi Nelore e Angus, além de 200 animais da raça Girolando. O carro-chefe da fazenda é a produção de carnes. Entretanto, recentemente a produção de leite ultrapassou a impressionante marca de mais de mil litros diários. “Cerca de 23 litros por animal em lactação”, orgulha-se o produtor. 


João Bonafé atuou e aposentou-se como capitão do Exército Brasileiro após 10 anos de atividades. Ele também trabalhou na Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) por 20 anos e atingiu a patente de Coronel na instituição. Contudo, sua história começou na zona rural do Sul do Brasil.

 

“Sou de origem de roça, lá do Paraná. Fui criado em lavoura de café. Sou farmacêutico de formação e tive sucesso na área em Belo Horizonte. Resolvi vender as terras que tinha no Paraná e comprar terras em Minas”, conta. “Fazenda para mim é uma sina. Não abro mão da vida no campo”, decreta. 


Pompéu foi escolhida por acaso. Há 21 anos o fazendeiro viu um anúncio atrativo no jornal, visitou a propriedade, gostou da topografia e da região. Sem pestanejar, fechou negócio. 


Para otimizar e conferir maior qualidade à sua produção, nos últimos dois anos o produtor tem investido na ampliação de espaço para o gado e produção de energia solar. “No último ano plantamos 200 hectares de floresta. Executamos o projeto de irrigação para 15 hectares que será concluído agora e temos mais 40 hectares que serão finalizados no ano que vem (a ideia é ultrapassar a marca de 120 hectares irrigados até 2021). Investimos também em um projeto fotovoltaico que já está sendo executado e será finalizado em outubro. A produção de energia vai alimentar a fazenda e minhas residências”, adianta. Além disso, o João Bonafé calcula um excedente de 10 mil quilowatts/hora de energia que serão empregados na irrigação da fazenda. Para conferir mais agilidade à produção leiteira, o fazendeiro também estuda adotar um método de ordenha mais moderno. 


Cooperado há cerca de 20 anos, toda a produção de leite da fazenda é vendida para a CCPR. João Bonafé realiza todas suas compras de insumos, rações, suplementos minerais, proteinados, sementes e demais produtos relacionados com a produção de leite na Coopel, além de utilizar os serviços técnicos e veterinários da cooperativa.  “A Coopel é uma grande parceira. Tudo melhorou demais! Sou amigo do presidente.  Estou satisfeito e pretendo continuar”, garante. “Minha grande parceria no agronegócio é com a Coopel”. 


João Bonafé divide-se entre Pompéu e a capital de Minas Gerais para a administração de seus negócios. No início da semana, em Belo Horizonte, o fazendeiro participa de sociedades comerciais. No meio da semana ele vem à Pompéu para cuidar de negócios nas áreas de carvão, fazenda e imóveis. O empresário é casado com Nadiara Araújo há 30 anos, com quem tem dois filhos, Diego e João. Já pensando na expansão da família, o fazendeiro não vê a hora de se tornar avô. 
 

Controle das formigas cortadeiras

24 de Outubro 2019

Para o controle de Formigas Cortadeiras, o principal produto utilizado é a isca formicida granulada. Este produto apresenta como principais vantagens: a facilidade de aplicação, alto rendimento operacional, alta eficiência, baixa toxicidade ao homem e ao meio ambiente e condições econômicas compatíveis.


A maioria das iscas formicida possuem somente como ingrediente ativo a SULFLURAMIDA (N-ethylperfluorooctane - 1 - sulfonamide), apresenta características como: ausência de odor (não sendo repelente); age somente por ingestão e de forma lenta. Age diretamente na mitocôndria das formigas, rompendo o fluxo de prótons, evitando assim, a formação de ATP (energia). A mitocôndria é responsável por gerar energia aos insetos. Sem a formação de ATP a formiga fica sem energia e morre. Entretanto, para realizar o controle das formigas cortadeiras utilizando isca formicida, são necessários alguns procedimentos básicos. Esses procedimentos irão aumentar e garantir a eficiência do produto.

Procedimentos

  • A aplicação da isca formicida deve ser a primeira operação a ser realizada na área;
  • Os formigueiros que serão controlados devem estar em atividade;
  • Em caso de áreas com pastoreio de gado, retirar o mesmo pelo menos 15 dias antes de realizar a aplicação;
  • Não aplicar a isca formicida em prenúncios de chuva;
  • Não aplicar a isca formicida em solo úmido;
  • Escolher os olheiros de abastecimentos mais ativos para aplicar a isca formicida;
  • Equipamentos de aplicação de isca formicida aumentam o rendimento, a padronização e a segurança da aplicação.